O subtenente chão-chão-chão que ligou pra minha casa chamando certo assassino de "cachorro, filho da puta, aquilo ali tem que ser pisado, cuspido e morto" atenderia certa ligação preventiva no dia do assassinato com um "minha senhora, já que é assim, não saia de casa e mande seu filho voltar pra ela também, ora bolas". Ou não.
Será que eu viajei e a nossa polícia aprendeu a
Passei tanto tempo com a minha mente trabalhando no "se" que já cansei. Sério, cansaço. Não tenho mais assunto pro analista, nem nada foi resolvido ou concluído, mas os trabalhos estão parados por falta de disposição. Por inércia. Por falta de assunto. Por falta de achar que a solução sequer existe. Porque nós nunca cogitamos ir embora de uma vez por respeito a uma coisa que desconhecemos, mas, é claro, não é sempre que apreciamos estar aqui. Mas isso, não sejamos egocêntricos, talvez valha pra meio mundo - fingindo, justificando, na mocada, na maciota, bebendo várias, fumando uns, mas sempre tudo bem, uns mais moralistas, outros menos - e, se eles estão aí, por que você não vai estar? Como diria qualquer americano mais-ou-menos, get over yourself.
Um ano: tempo suficiente pra uma mente teimosa perceber que, se não for pra olhar pra frente, melhor não olhar pra lado algum. e achar meio de ser enterrado logo de uma vez, ou estar aqui num nível 100% até que realmente a lei ou A Lei mande que você seja enterrado.
0 comentários:
Postar um comentário